Por Amilton Menezes
Você aguarda que uma alteração nas circunstâncias traga mudança à sua
atitude? Se assim é, está na prisão e precisa conhecer um segredo sobre
o viajar sem bagagem. O que você tem no seu Pastor é maior que o que
não possui na vida.
Posso intrometer-me por um instante? Qual é a única coisa que o
separa da alegria? Como completaria esta frase: “Serei feliz quando
……………………………………..?” … for curado; … me casar; … ficar solteiro; …for
rico. Como você completaria esta declaração?
Agora, com sua resposta firme na mente, responda esta: Se você nunca
tirar a sorte grande, se seu sonho nunca se tornar realidade, se a
situação nunca mudar, poderá ser feliz? Se não, dorme na fria cela do
descontentamento. Está na prisão. E precisa saber o que há de bom em seu
Pastor.
Você tem um Deus que o escuta; tem o poder do amor atrás de si, é o
templo do Espírito Santo e tem todo o céu à sua frente. Se possui o
Pastor, tem a graça para cada pecado, direção para cada curva, luz para
cada canto, e uma âncora para cada tempestade. Você tem tudo o que
precisa.
E quem poderá tirá-Lo de você? Pode a leucemia infectar-lhe a
salvação? Pode a bancarrota empobrecer-lhe as orações? Um tornado pode
levar-lhe a casa terrena, mas tocaria ele o seu lar celestial?
E olhe para sua posição. Por que o clamor por prestígio e poder? Você
não se sente privilegiado por ser parte do maior trabalho da História?
Paulo declarou que “é grande ganho a piedade com contentamento” (I
Timóteo 6:6). Quando entregamos a Deus o incômodo fardo do
descontentamento, não apenas desistimos de algo, mas ganhamos alguma
coisa. O Senhor o substitui por um que seja leve, feito sob medida, à
prova de tristeza e digno de gratidão.
O que você ganhará com o contentamento? Poderá ganhar seu casamento.
Poderá ganhar horas preciosas com seus filhos. Poderá ganhar respeito
próprio. Poderá ganhar alegria. Poderá ganhar a fé para proclamar:
“O
Senhor é o meu pastor, nada me faltará”.
Tente dizê-lo bem devagar: “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará”. (Extraído da obra Aliviando a Bagagem, de Max Lucado)
Fonte: www.novotempo.com
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